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28 nov 1992
Poeta do encontro
Otto Lara Resende
Folha de S.Paulo
Se nunca foi fácil traçar a linha divisória entre arte erudita e arte popular, agora é mais difícil levar a cabo essa tarefa ociosa. Indiferente à palha seca da controvérsia, a arte segue o seu caminho. A vertente é uma só e é nela que se...
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14 ago 1992
O teste da rosa
Otto Lara Resende
Folha de S.Paulo
Digamos que você tem uma rosa. Uma só. Antes que eu continue, ela me interrompe: de que cor? Pensei na rosa, mas não pensei na cor. Cor-de-rosa, digo. Ela faz uma carinha de quem não aprova. Rosa cor-de-rosa, que falta de imaginação! Branca,...
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25 jan 1992
Entreato chuvoso
Otto Lara Resende
Folha de S.Paulo
Eu é que não vou falar mal do trópico. Todo clima tem vantagens e desvantagens. Tal e qual as quatro estações do ano em qualquer parte do mundo. Mas aqui, na nossa latitude, até os elementos da natureza de fato se ressentem de uma certa...
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13 maio 1991
Convém discutir
Otto Lara Resende
Folha de S.Paulo
Vejo com simpatia qualquer tentativa séria de pesquisar e rever certos pontos da nossa história. Há muitas maneiras de analisar o passado, que nem por ser passado deve ser morto e estático. Afinal, para ser mestra da vida, como dizia Heródoto,...
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16 mar 1992
Cartinha de amor brasílico
Otto Lara Resende
Folha de S.Paulo
Gosto de lembrar que o Brasil começou com uma carta. Sim, a nossa certidão de idade é a carta de Pero Vaz de Caminha a Sua Majestade Dom Manuel, o Venturoso. Tudo azul com bolinhas brancas, a felicidade era tal que começou aí o ufanismo. Avant...
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17 out 1992
A velhice do bebê
Otto Lara Resende
Folha de S.Paulo
Deve ser coisa de americano, a geriatria. Até a palavra cheira a laboratório. A mesma raiz está em gerontocracia, governo dos velhos. A gerocomia ficava pelos hábitos de higiene. Pensar, sempre se pensou. A perspectiva vai de um extremo a outro....
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Carnaval antigo... Recife
Antônio Maria
No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me de uma roxa, que desbotava. No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor, não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os...
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Mulher dos outros
Antônio Maria
Dia claro. Primeiras horas do dia claro. Havíamos bebido e procurávamos um café aberto, para uma média, com pão-canoa. Quase todos estavam fechados ou não tinham ainda leite ou pão. Fomos parar em Ipanema, num cafezinho, cujo dono era um...
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Canção modal do homem que chama sua amada
Antônio Maria
Vem, se quiseres. Bebo álcool e fumo cigarros fortes. Gosto de música sem palavras, no piano de Peffer e no instrumento grave de Mulligan. Gosto das palavras sem música, como se sabia dizer Albert Camus. De dia para dia, mais aquiesço à aridez...
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Café com leite
Antônio Maria
É preciso amar, sabe? Ter-se uma mulher a quem se chegue, como o barco fatigado à sua enseada de retorno. O corpo lasso e confortável, de noite, pede um cais. A mulher a quem se chega, exausto e, com a força do cansaço, dá-se o...
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Notas da chuva
Antônio Maria
PETRÓPOLIS, MARÇO. Deixo-me quieto, quase imóvel. É possível, então, entender mais o barulho da chuva sobre a palha. Na chuva, o poder evocativo dos sons. Sobre a pedra, sobre o barro, sobre o rio, sobre as folhas. A lembrança imprecisa de um...
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