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7 nov 1952
De Prévert
Rubem Braga
Correio da Manhã
Jacques Prévert vai fazer outra crônica para mim. Isso pode não ser muito distinto de minha parte, roubar o escrito dos outros, mas francamente acho que o leitor sai ganhando. Aí vão pequenas frases traduzidas. * Quando a verdade não é livre,...
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jan 1952jan 1952
Passou
Rubem Braga
Correio da Manhã
O ano passou. Não sei se vós, leitor amigo, ou vós, distinta leitora, o passastes bem. Eu, como já passei muitos, os tenho passado de todo jeito, e ainda hoje esse segundo que vem depois da meia-noite me perturba. Já passei ano só, em terra...
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2 abr 1952
A moça
Rubem Braga
Correio da Manhã
Foi na chácara hospitaleira e alegre de Fritz de Souza Queiroz, em um domingo de sol, que encontrei um companheiro de guerra. Ele recordava momentos da campanha, na Toscana, quando uma jovem, conhecida pela sua beleza singular, disse, estirando, em...
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30 mai 1951
Assuntos
Rubem Braga
Correio da Manhã
Não posso sair de casa. Que escrever, então? Olho em volta, e reparo que já escrevi sobre tudo o que me rodeia. As amendoeiras da rua, as árvores do quintal além; os meninos que jogam bola, as mulheres que vão à feira vizinha; os pequenos...
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29 dez 1951
Fim de ano
Rubem Braga
Correio da Manhã
É noite de Natal, e estou sozinho na casa de um amigo, que foi para a fazenda. Mais tarde talvez saia. Mas vou-me deixando ficar sozinho, numa confortável melancolia, na casa quieta e cômoda. Dou alguns telefonemas, abraço à distância alguns...
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25 abr 1951
O poeta
Rubem Braga
Correio da Manhã
Carta a uma velha amiga que me disse ter conhecido um grande poeta, que é meu amigo; e ter sofrido uma decepção: Querida ― Não achou você poético o poeta; e até se queixa de que, no tempo em que esteve em sua mesa, não lhe ouviu uma...
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10 fev 1951
Pescadores de sossego
Rubem Braga
Correio da Manhã
Haviam-me prometido pescadas soberbas e robalos deste tamanho, sem exagero; e até espadartes. Passamos o dia no barco e tudo o que matamos foi uma dúzia de humildes canguás. Eles visivelmente se esforçavam para conseguir se prender aos nossos...
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23 ago 1951
A nuvem e a sombra
Rubem Braga
Correio da Manhã
Velhas notas esparsas de viagem que tenho preguiça de juntar, articular, para fazer uma crônica: A floresta, vista de cima, é plana, monótona, imensa como o oceano. Há algumas nuvens brancas espalhadas pelo céu, pouco abaixo de nós. Elas...
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7 ago 1951
Teresinha
Rubem Braga
Correio da Manhã
No meio da noite comum do jornal um rapaz da redação perguntou-me — 15 anos — é menina ou senhorita? Estava redigindo uma nota social e me propunha esse problema simples. — Senhorita. Ele ficou meio em dúvida e eu argumentei: — Põe...
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14 fev 1953
A fama e a realidade
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Gostaria de poder me explicar direito, mas há casos em que é difícil a gente se manifestar. Tenho pensado neste assunto muitas vezes, tento comentá-lo e não consigo. Vamos ver se dá certo uma comparação:O homenageado está sentado à mesa...
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[24 mar 1956]
Males do corpo
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
O homem de dantes evidentemente sofria de mais doenças do que o homem de hoje. Morria-se moço, morria-se à toa ― era a febre amarela, o tifo, a varíola, a tísica galopante, a malária, as pedras da bexiga, a hérnia, o volvo, a septicemia ―...
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29 dez 1951
Um ano de menos
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Ora, graças a Deus, lá se foi mais um. Um ano, quero dizer. Menos um na conta, mais uma prestação paga. E tem quem fique melancólico. Tem quem deteste ver à porta a cara do mascate em cada primeiro do mês, cobrando o vencido. Quando compram...
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10 nov 1956
Solidão
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
O homem está sozinho no seu quarto de hospital. Paga caro por aquele luxo que se chama apartamento privativo. Mas sozinho. E pensa. ― Não sabe se vai morrer, não sabe se vai ficar bom, não sabe sequer o que tem. Tiram-lhe sangue, tiram-lhe do...
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2 out 1948
Porte de arma
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Moço apanhou a espingarda e saiu sem destino pelo cajueiral. O sol quente, o vento fresco, os cajueiros cheios de maturi; de passarinho só uns anuns voejando entre as folhas do coqueiro catolé. Nem uma rolinha chorada que justificasse a queima de...
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Dez 1992
Pequena cantiga de adeus
Rachel de Queiroz
Jornal da Barra
Quem quiser mandar recados e lembranças, aproveite que estou às ordens. Em breve já não serei aqui. Saudades, a bem dizer, levo poucas, pois quem mais amo vai comigo. Passa por cima de mar, passa por cima de rio. Setecentas léguas de terra,...
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17 out 1953
O homem morreu na serra
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Parecia uma borboleta espantada num cartão; os braços em cruz, as pernas espalmadas, pendurado de cabeça para baixo, na ribanceira a pique, sustido nos ombros por dois tocos rasos de arbusto, entre os quais o pescoço se metera. De longe já se...
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26 jul 1947
O frio conforme a roupa, a roupa conforme o frio
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Um desgosto de que nunca me consolarei será ir para a cova sem jamais haver conhecido frio de verdade, frio com neve, fogo aceso, agasalho até o nariz, luvas de lã. O pouco que me dá a conhecer a respeito de frio o inverno carioca, faz-me ter o...
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18 maio 1946
Não escrevam
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Todas nós, veteranas no oficio, somos frequentemente procuradas por moças que sentem em si a imperiosa vocação de escrever. Pedem-nos conselhos, citam coisas nossas que leram, mostram-nas as suas próprias produções, cumprem enfim a rotina...
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1 jan 1949
Histórias de bichos
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Disse-me outro dia o escritor, editor de livros artísticos e “arquivista implacável” João Condé que acaba de organizar a sua antologia de “histórias de bichos”, edição de luxo, colaboração de luxo, coisa muito de se apreciar. Há de...
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4 set 1948
Chegar em casa
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Fala-se tanto em chegar em casa, mas saberás realmente o que é chegar em casa, irmão? Depois de anos e anos de ausência intermitente, a sensação de recuperar o que era nosso e largamos, ― a casa, dantes casa nova, virada agora em casa velha,...
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3 jan 1948
Ano novo
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Rei morto, rei posto, ano velho, ano novo, complexo de saudade e esperança, — afinal debulhamos este inquieto 1947 e nos preparamos para enfrentar o 1948. E porque 1947 acabou e 1948 começa, soltamos foguetes, trocamos presentes e dançamos em...
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