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26 ago 1967
Uma aurora doida
Paulo Mendes Campos
Manchete
A aurora chegou tão bonita vestida de rosa, passou pela vidraça do quarto do hotel, de que não corro nunca as cortinas, passou através de minhas pálpebras, acordou meus olhos. Mas não me acordou a alma, que ficou dorme-sim-dorme-não, muito...
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2 mar 1968
Prosa primitiva
Paulo Mendes Campos
Manchete
O mundo está cheio de nós. Não pertencemos ao reino. O mundo quer ser invisível. A flor, enjoada de nosso lirismo até a raiz, pretende consumir no silêncio o nome que lhe demos. A integridade do mineral reage à nossa forma em desintegração....
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30 jun 1973
Pois é (samba)
Paulo Mendes Campos
Manchete
Nossa Senhora da Paz, da praça do meu amor de Ipanema, santa luminosa de meu descaminho, eu tenho, confesso, engrandecido, quase tudo nesta vida. Tenho a esperança de não ser uma crispação permanente. Tenho quase a certeza de ser, tão só, um...
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24 ago 1963
Encenação da morte
Paulo Mendes Campos
Manchete
Já ganhei da morte várias vezes, já matei em mim mortes de todos os tamanhos e feitios. Se não me explicar direito, ninguém vai me entender. Se daqui a um minuto posso estar vivo ou morto, daqui a um minuto, qualquer que seja a minha condição...
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3 abr 1971
A puberdade abstrata
Paulo Mendes Campos
Sempre me encantou a liberdade dos cegos correndo para a morte. Música de redenção cobria-me de emoções praieiras. Flores altas, espontâneas, desmentiam a vida. Ondas que o mar brincava nas rochas informavam o sagrado, aventuras que se desatam...
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11 dez 1965
Não ande nu por aí
Ivan Lessa
Diário Carioca
Eles estão lá em cima tirando a roupa e fazendo graça. Se fosse o casal que mora no apartamento diretamente superior ao meu não me incomodaria em absoluto. Mas não: são os dois astronautas norte-americanos. Um deles espirrou no cosmos, da...
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Ao correr da máquina
Clarice Lispector
Meu Deus, como o amor impede a morte! Não sei o que estou querendo dizer com isso: confio na minha incompreensão, que tem me dado vida instintiva e intuitiva, enquanto que a chamada compreensão é tão limitada. Perdi amigos. Não entendo a...
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Estado de graça – trecho
Clarice Lispector
Quem já conheceu o estado de graça reconhecerá o que vou dizer. Não me refiro à inspiração, que é uma graça especial que tantas vezes acontece aos que lidam com arte. O estado de graça de que falo não é usado para nada. É como se viesse...
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4 mar 1961
Um sonho de simplicidade
Rubem Braga
Manchete
Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros?...
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16 abr 1955
O inventário
Rubem Braga
Correio da Manhã
Peço a um amigo que me ajude neste transe melancólico; aluguei uma casa mobiliada, e o velho casal de proprietários fez uma lista de seus trecos para eu conferir. A lista é minuciosa e, por isso, imensa; são mil grandes e pequenas coisas, duas...
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19 jun 1955
O sol
Rubem Braga
Correio da Manhã
Quando vim para esta casa o sol nascia lá no alto da Cordilheira, bem defronte à minha janela ― e invadia-me o quarto muito cedo, com suas flechas de ouro. Depois, devagarinho, ele foi andando para o norte. Passou a nascer na altura da casa de...
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15 fev 1955
Confúcio
Rubem Braga
Correio da Manhã
Um amigo, com certeza impressionado com meus desregramentos, deu-me a ler os Pensamentos morais de Confúcio, traduzidos diretamente do chinês para o francês por René Brémond. O prefácio nos ensina que Confúcio cresceu pobre e ele próprio...
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6 ago 1955
Filosofia
Rubem Braga
Correio da Manhã
Unamuno escreve sobre Spinoza: “E, entretanto, esse pobre judeu português, desterrado nas névoas holandesas, nunca pôde chegar a crer na sua própria imortalidade pessoal, e toda a sua filosofia foi apenas uma consolação para essa falta de...
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28 dez 1954
Janela
Rubem Braga
Correio da Manhã
Foi quando o canto das cigarras se elevou, solene, na boca da noite. Da janela alta eu olhava o morro ― um bloco imenso de pedra, depois casinhas entre árvores, bananeiras imóveis esperando a brisa da noite nascer. Fazia calor, mas sentíamos...
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29 abr 1954
Bomba
Rubem Braga
Correio da Manhã
Eu estava meio acordado meio dormindo pensando nessa bomba de hidrogênio, imaginando se, por exemplo, o rádio desse a notícia de que dentro de cinco minutos ia ser jogada uma bomba sobre o Rio. Que faria? Sair correndo com certeza não, pois não...
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26 mar 1954
Clima
Rubem Braga
Correio da Manhã
Sentado diante da máquina, o homem pensa o que pode escrever. Hoje quer ir mais cedo para a cidade e lá não terá tempo de fazer a crônica. Os jornais ainda não vieram. E quando chegarem talvez não tragam nada que sirva para uma crônica. Há...
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19 jul 1954
Joelho
Rubem Braga
Correio da Manhã
Então a moça caiu e ralou o joelho esquerdo; estava com as pernas nuas. Ele a ergueu, fê-la sentar-se em um banco, tirou o lenço limpo, foi embebê-lo na água da pequena bica e limpou o ferimento. Sentiu prazer em fazer isso: no joelho moreno...
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9 jun 1953
Domingos
Rubem Braga
Correio da Manhã
Volto, como antigamente, a esta grande casa amiga, na noite de domingo. Recuso, com o mesmo sorriso, a batida que a moça da casa me oferece, e tomo a mesma cachacinha de sempre. A moça é a mesma, a cachaça é a mesma, a casa, eu... E tantas...
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26 jul 1953
O espanhol
Rubem Braga
Correio da Manhã
Ir para Copacabana já não tinha o menor sentido; seria regressar à idade moderna. Como dar adeus às sombras amigas, como deixar os fantasmas cordiais que se tinham abancado em volta, ou de pé, em silêncio, nos fitavam? Era melhor cambalear...
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13 jan 1953
Um homem
Rubem Braga
Correio da Manhã
De minha varanda vejo, entre árvores e telhados, o mar. Não há ninguém na praia, que resplende ao sol. O vento é nordeste, e vai tangendo, aqui e ali, no belo azul das águas, pequenas espumas que marcham alguns segundos e morrem, como bichos...
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24 abr 1953
Vizinha II
Rubem Braga
Correio da Manhã
Eu falei de uma redação no vigésimo andar e de uma vizinha, rosada e loura, no terraço ao lado. O jornal era um jornal muito vivo, e continuou assim até que um dia lhe aconteceu o que acontece com tudo o que é vivo: morreu. Os rapazes foram-se...
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