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Enquanto os mineiros jogavam
Carlos Drummond de Andrade
Domingo, à tarde, na forma do antigo costume, eu ia ver os bichos do parque Municipal (cansado de lidar com gente nos outros dias da semana), quando avistei grande multidão parada na avenida Afonso Pena. Meu primeiro pensamento foi continuar no...
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Mistério da bola
Carlos Drummond de Andrade
“Quando Bauer, o de pés ligeiros, se apoderou da cobiçada esfera, logo o suspeitoso Naranjo lhe partiu ao encalço, mas já Brandãozinho, semelhante à chama, lhe cortou a avançada. A tarde de olhos radiosos se fez mais clara para contemplar...
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A um jovem
Carlos Drummond de Andrade
Prezado Alípio: Ontem à noite, ao sair você de nosso apartamento, onde veio em busca de sabedoria grega e só encontrou um conhaque e um gato por nome Crispim, assentei de reduzir a escrito o que lhe dissera. Aula de ceticismo? Não. Ele se...
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Paticumbum, prugurundum
Carlos Drummond de Andrade
João Brandão veio dizer-me que adora sambas-enredo. Ainda não pôde ir às quadras das escolas, onde se ensaia furiosamente, mas leu e absorveu todas as letras divulgadas pelos jornais e até pelas drogarias. — Como antibióticos contra a...
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21 abr 1979
De bichos e de gente: a foto do mono
Carlos Drummond de Andrade
Jornal do Brasil
De Santa Teresa, no Espírito Santo, o professor Augusto Ruschi (é preciso apresentá-lo? não) envia a bonita foto do maior macaco das Américas, e a notícia: este macaco viverá, no máximo, até o fim de 1979. Com a cauda presa a um ramo de...
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A voz sem microfone
Carlos Drummond de Andrade
Jornal do Brasil
Semana passada, animais de toda sorte, desde o cavalo à tartaruga, passando pelo esquilo, foram abençoados por um frade, em praça pública de Ipanema. Não sei o que eles acharam da bênção. O ponto de vista dos animais não é necessariamente...
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12 maio 1977
Os bichos chegaram
Carlos Drummond de Andrade
Jornal do Brasil
Bichos de toda espécie invadiram a cidade. E ninguém reclama. As autoridades não tomaram medidas. E se tomassem, haveria protestos gerais contra elas. Pelo contrário, até o fisco está satisfeito, porque cada bicho invasor dá ensejo à...
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30 dez 1956
Passagem
Carlos Drummond de Andrade
Correio da Manhã
Este escriba desejava compor alguma coisa em verso para o fim do ano, acompanhando o ritmo dos pés dançarinos nos clubes, mas, pensando melhor, vamos à prosa. Toa mais com a vida, que não se serve de consoantes de apoio, rima pouco e desconhece...
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21 dez 1956
Companhia
Carlos Drummond de Andrade
Correio da Manhã
Um dos mistérios do Natal é caberem nele tantas festas: a religiosa, a familial, a infantil (espécie distinta), a popular e mesmo a agnóstica, dos que não apreendem o divino e, entretanto, o celebram. E todas essas comemorações se processam...
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21 mar 1954
Conversa outonal
Carlos Drummond de Andrade
Correio da Manhã
Esse ofício de rabiscar sobre as coisas do tempo exige que prestemos alguma atenção à natureza — essa natureza que não presta atenção em nós. Abrindo a janela matinal, o cronista reparou no firmamento, que seria de uma safira implacável...
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27 dez 1967
O cavalo
Carlos Drummond de Andrade
Correio da Manhã
Este Natal, deram a João Brandão um cavalo. Ele ia ficar radiante: sempre desejou cavalgar, jamais possuiu um animal. Já andou por fazendas e sertões, montando animais alugados. Era a primeira vez que tinha um cavalo de seu, perspectiva de...
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02/08/1979
Não deixem acabar com os Yanomamis
Carlos Drummond de Andrade
Folha de S.Paulo
Yanomami. Talvez você nunca tenha ouvido falar nesse nome. Pois saiba que é o nome genérico de 8.400 brasileiros, gente boa que vive em 203 cabanas, no interior da floresta tropical, bem na fronteira com a Venezuela. Formam 14% da população de...
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24/7/1931
Alô! Quem fala?
Carlos Drummond de Andrade
Ontem às 14 horas, toda gente começou a discar, e está discando até agora. É o prazer da cidade: retirar o fone do gancho; ouvir o ruído de chamada; discar um-zero- um-quinze; e indagar que fita levam hoje no cinema; ou perguntar a um amigo se...
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26/07/1931
Os trotes
Carlos Drummond de Andrade
A partir de hoje, domingo, fica estabelecido que os trotes telefônicos não terão mais graça nenhuma. Faço esta declaração porque, de anteontem para ontem, os trotes perderam toda a espiritualidade. Até então, eles tinham uma expressão...
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27 e 28/7/1931
Sistema de controle
Carlos Drummond de Andrade
Um cronista que se preza não cuida três vezes do mesmo assunto. Mas às vezes é obrigado a isso. Eu peço perdão por falar novamente nos automáticos. A questão é a seguinte. Às razões já apontadas para se combater esse novo tipo de...
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01 jul 1976
Um cão, outro cão
Carlos Drummond de Andrade
Jornal do Brasil
“Vovô triste procura seu cachorro Pointer, Toy, desaparecido. Boa recompensa para quem devolvê-lo ou souber onde ele se encontra. Tel.: 287...” — Alô! É o Vovô Triste? — Como? — Não é o Vovô Triste quem está falando? Aquele que...
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02 jul 1965
Agradecimento
Carlos Drummond de Andrade
Correio da Manhã
— Nossa casa é antiga, embora não secular — explica-me a senhora — e o senhor sabe como construções têm pé direito alto, um despropósito. Nossos dois andares enfrentam bem uns três dos edifícios vizinhos. Isso lhe dará ideia da...
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27 jan 1965
Mar, sempre novo
Carlos Drummond de Andrade
Correio da Manhã
Se o colunista disser que foi ao banho de mar, receio que o leitor não se sinta maiormente interessado pelo acontecimento. Entretanto este é um acontecimento, pela generalidade que envolve sob aparência individual. Há no Rio uma porção de...
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9 dez 1976
Vaquinha de papel
Carlos Drummond de Andrade
Jornal do Brasil
É uma galeria de arte pela qual você passa obrigatoriamente, se tiver de procurar alguém no edifício de apartamentos: instalou-se no hall de entrada, longo corredor em dois níveis, com paredes laterais forradas de quadros. Nestes, o acadêmico...
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16 dez 1972
A andorinha e o bordado
Carlos Drummond de Andrade
Jornal do Brasil
A literatura ucraniana, rica de tradição culta e popular, está na situação da andorinha de um conto de Mykola Khvylovy. Ou na situação do próprio Khvylovy? Livre de asas e projetos, a andorinha voa sobre o caminho interminável, um caminho...
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20 jan 1965
Cactos
Carlos Drummond de Andrade
Correio da Manhã
O cacto do poeta era “belo, áspero, intratável”. Os cactos continuam a ser belos e ásperos, mas já não são intratáveis. Tão urbanos se tornaram, que neste momento estão convidando o público geral do Rio de Janeiro a ir vê-los no...
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