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19 abr 1958
Uma conversa de bar
Rubem Braga
Manchete
Falamos sobre sorvetes, eu disse que tinha tomado um ótimo, de carambola.– Não sei que graça você acha em carambola.Falamos sobre carambola, discutimos sobre carambola; passamos a romã e finalmente a jambo; sim, há o jambo-moreno e o jambo...
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27 fev 1955
Mário
Rubem Braga
Correio da Manhã
Me telefonaram outro dia (esta saída de frase com pronome oblíquo já é homenagem a Mário de Andrade) para ir a S. Paulo tomar parte em comemoração dos dez anos da morte do “Macunaíma”. E o colega que telefonou me disse: “estamos...
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18 set 1955
Ausência
Rubem Braga
Correio da Manhã
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1955
Antoninho
Rubem Braga
Correio da Manhã
Uma crônica de Eneida me faz lembrar que no dia 14 deste último abril passou o 20º aniversário da morte de Antônio de Alcântara Machado. Conheci Antônio de Alcântara Machado (ele dizia e escrevia António, pronúncia paulista) coisa de um...
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31 out 1954
Cemitério
Rubem Braga
Correio da Manhã
Em Paris nunca me animei a ir ver o túmulo de Napoleão, nem sequer entrei naquele feio panteão onde repousam Voltaire, Rousseau, Jaurès, Zola, Vitor Hugo. Mas fui vizinho do cemitério de Montparnasse, e uma vez lhe fiz uma visita, que recordo...
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29 abr 1954
Bomba
Rubem Braga
Correio da Manhã
Eu estava meio acordado meio dormindo pensando nessa bomba de hidrogênio, imaginando se, por exemplo, o rádio desse a notícia de que dentro de cinco minutos ia ser jogada uma bomba sobre o Rio. Que faria? Sair correndo com certeza não, pois não...
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3 jul 1954
Tédio
Rubem Braga
Correio da Manhã
Está difícil escrever porque a noite caiu de repente, cheia desses ruídos ruins de rodas de bonde e suspiros dos freios de ar comprimido ― e vozes confusas na outra sala. Falam de Gregório, de cartas para Gregório, e isso me cansa, esse torpe...
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25 ago 1954
Momento
Rubem Braga
Correio da Manhã
Não vou chorar sobre o corpo inanimado do sr. Getúlio Vargas as lágrimas que não tenho, nem balbuciar as orações que minha descrença não aprendeu; trago apenas a angústia e o silêncio diante do irreparável. E um profundo respeito. Embora...
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9 jun 1953
Domingos
Rubem Braga
Correio da Manhã
Volto, como antigamente, a esta grande casa amiga, na noite de domingo. Recuso, com o mesmo sorriso, a batida que a moça da casa me oferece, e tomo a mesma cachacinha de sempre. A moça é a mesma, a cachaça é a mesma, a casa, eu... E tantas...
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9 ago 1953
Amor, amor
Rubem Braga
Correio da Manhã
Amor, a quanto obrigas. “Minha querida Elza, isto é demais, eu vou me matar, adeus”. Depois de escrever isso, o taifeiro Antunes derrubou um litro de álcool na roupa e tacou fogo. Quando começou a arder, saiu correndo pelo quintal e se jogou...
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29 mai 1953
O morto
Rubem Braga
Correio da Manhã
Foi em sonho talvez que vi brilhar a tua face lívida, Morte, e senti sobre mim tua foice fria e teu hálito de gelo, insuportável. Porém meu dia não era chegado; foi alguém estranho que tombou a meu lado, no meio da noite, e eu pude continuar...
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26 jul 1953
O espanhol
Rubem Braga
Correio da Manhã
Ir para Copacabana já não tinha o menor sentido; seria regressar à idade moderna. Como dar adeus às sombras amigas, como deixar os fantasmas cordiais que se tinham abancado em volta, ou de pé, em silêncio, nos fitavam? Era melhor cambalear...
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5 abr 1952
Sartre
Rubem Braga
Correio da Manhã
Mataram você no Brasil, Jean-Paul Sartre. Soube da notícia entrando à tarde no bar em que multos amigos se encontram antes do jantar para tomar alguns uísques e bater papo. Vendo o jornal, logo o telegrama me pareceu suspeito, pois vinha de...
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24 ago 1952
Mortes
Rubem Braga
Correio da Manhã
Ciro dos Anjos me conta a história de um sujeito de Belo Horizonte. Inspetor de ensino, que tinha muitos amigos na imprensa. Um dia veio um telegrama de uma cidadezinha do Oeste, aonde ele fora, noticiando a sua morte. Todos os jornais publicaram...
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31 mar 1951
A voz
Rubem Braga
Correio da Manhã
Essa história de uma senhora que encontrou o marido na rua na companhia de outra e o matou é, sem dúvida, o crime perfeito. É tão perfeito que sabemos tudo sobre ele: as palavras trocadas, os gestos, o local, a hora, os precedentes, as pessoas....
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24 ago 1951
A missão do anjo
Rubem Braga
Correio da Manhã
Matou-se Haroldo, um rapaz de 21 anos, operário. Deixou um bilhete que dizia assim: “Venho por meio deste participar o meu suicídio, e deixo essa taça como lembrança ao meu querido clube”. Nem nesse bilhete, nem em outro que deixou para sua...
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17 jun 1951
No bar
Rubem Braga
Correio da Manhã
Foi bom que eu viesse assim, cansado, meio obtuso, no fim da noite, e viesse como por acaso, entre outras pessoas. Foi boa essa conversa espalhada, sem importância, fútil. Era essencial não dizer nada: à força de falar coisas que não dizem...
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7 ago 1951
Teresinha
Rubem Braga
Correio da Manhã
No meio da noite comum do jornal um rapaz da redação perguntou-me — 15 anos — é menina ou senhorita? Estava redigindo uma nota social e me propunha esse problema simples. — Senhorita. Ele ficou meio em dúvida e eu argumentei: — Põe...
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[19 out 1957]
Literatura de horror
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Isto hoje é uma espécie de carta: queria endereçá-la aos meus jovens colegas da imprensa diária, aos que fazem a cobertura dos casos de polícia, e especialmente dos crimes misteriosos. Diz-se que no Brasil ainda não pode haver romance...
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[1987]
Vida
Rachel de Queiroz
Jornal da Barra
Do primeiro dia ao último, sempre essa ilusão, esse engano: você pensa que está vivendo – qual! – e todo o tempo você está morrendo. Ninguém vive, todo mundo apenas morre. Acontece somente que o processo de morrer é lento, e a esse...
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15 fev 1947
Uma carta
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
É uma dessas cartas que exigem resposta ― de uma moça de vinte e cinco anos chamada Aspásia e que, segundo o diz, sabe que vai morrer. Na verdade são duas coisas díspares vinte e cinco anos e a certeza da morte próxima. Mas afinal quem lhe...
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