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Desejos (1)
José Carlos Oliveira
Falarei dos meus desejos. De Paris, que namoro de longe há dez anos. Tive a oportunidade, algumas vezes, de passar alguns dias em Paris. Fiquei aqui. Não sei visitar cidades; o turismo não me interessa. Mas poucos sabem ir ficando num lugar até...
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12 set 1954
[Guerra no colégio 4: vitória dos vagabundos]
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Conforme dissemos, a criação de dois times de futebol, um Esparta, outro Atenas, pôs, mais uma vez, em evidência a superioridade desta cidade sobre a outra. Nós, os espartanos, por incrível que pareça, éramos também piores atletas. Até a...
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Amor, cinema e telefone
Lima Barreto
Tenho em grande conta a eficácia das medidas legislativas, administrativas e policiais que diretamente e indiretamente tendem a civilizar a sociedade. Temos visto o que acontece com o jogo de patota, que todos os nossos códigos presentes e...
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Explicação de futuro
Antônio Maria
(Os amantes temem o futuro. Temem, amanhã, estar fartos, detestarem-se; horrorizam-se à ideia de, um dia, serem melancolicamente amigos. Daí a explicação do futuro, em três pontos e três cenários.) 1 ― Luz e som: quando o vento mudar de...
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História que não acaba
Antônio Maria
Chega, aflita, à minha casa, uma mulher que eu nunca vi. Vem aos prantos e continua chorando (após sentar-se), sem que eu saiba de que se trata. Afinal, após boa meia hora, começa a contar. Primeiro, uma porção de tragédias, na infância....
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Bilhete deixado sobre a mesa de...
Antônio Maria
Cá estive, pedindo a Deus não te encontrar e que não chegasses, enquanto rabisco este bilhete. Pessoalmente, quase nunca te pude pedir perdão, porque tu pensas que isto é, apenas, uma humildade, que humildade é um apoucamento, e assumes, cada...
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A mudança
Antônio Maria
Tinha que deixar aquela casa. Não sentia saudades. Era uma casa escura, com um cheiro doce e enjoado que nunca passou. Não tinha vista, a não ser a da janela que dava para o edifício ao lado. E só via as cozinhas. Quando anoitecia, toda aquela...
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9 jun 1960
O coração do violinista
Fernando Sabino
Jornal do Brasil
De repente, meu amigo tentou liquidar a discussão, dizendo que bateria não era instrumento de música. ― Como não é instrumento de música? É instrumento de quê, então? ― De jazz. ― E jazz não é música? ― Música para você:...
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09 out 1948
Biribuva
Rubem Braga
Revista do Globo
Era meia-noite, com chuva e um vento frio. O gatinho estava na rua com um ar tão desamparado que o meu amigo se impressionou. Verdade que meu amigo estava um pouco bêbado; se não estivesse, talvez nem visse a tristeza do gatinho, pois já notei...
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Coração opresso, coração leve
Antônio Maria
Tão bonita à minha frente, acordando tanta coisa neste coração que já fez versos, mas angustiada. Suas mãos, que pousavam sobre a mesa, partindo palitos, rasgando prata de cigarro, fazendo bolinhas de miolo de pão. Cinco minutos depois, a...
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11 nov 1961
Três baladas em prosa
Paulo Mendes Campos
Manchete
Três sujeitos íntimos Nicodemus, Nicomedes e Nicobar eram três irmãos. Nicodemus viu o ovo; Nicomedes viu a Eva; Nicobar viu a ave. Nicodemus era datilógrafo amador rapidíssimo; Nicomedes estudou a fisiologia dos sonhos; Nicobar aprendeu a...
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4 ago 1959
Sonho
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Você corria por dentro, eu corria por fora; você em pista de grama, eu em pista de areia. Você era uma égua de raça, meu amor, e se chamava Helena de Troia, eu era um cavalo de criação nacional e meu nome era Black & White. Você era do...
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1964
Crônica para Thereza
Paulo Mendes Campos
Claudia
Antes de tudo, peço desculpas: pois discurso não sei fazer. Era menino de ginásio, mais chegado ao futebol do que à eloquência, quando, inadvertidamente, fui eleito orador “oficial” do nosso grêmio literário. Pois, no meu terceiro ou...
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26 out 1957
A primeira mulher do Nunes
Rubem Braga
Manchete
Hoje, pela volta do meio-dia, fui tomar um táxi naquele ponto da praça Serzedelo Correia, em Copacabana. Quando me aproximava do ponto notei uma senhora que estava sentada em um banco, voltada para o jardim; nas extremidades do banco estavam...
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4 dez 1954
Amor, aflição e morte
Rubem Braga
Manchete
Assim é o homem que espera a mulher. Vê o relógio, fuma e telefona. Sabe que ela vem; tem vindo. Pode estar tranquilo; mais cinco minutos e chegará. E, como é natural, ela chega. Mas no bojo desse fato simples, esperado, certo, há um elemento...
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1 ago 1960
O pavão
Rubem Braga
O Globo
Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas...
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9 jan 1955
Rita
Rubem Braga
Correio da Manhã
No meio da noite despertei sonhando com minha filha Rita. Eu a via nitidamente, na graça de seus cinco anos. Seus cabelos castanhos ― a fita azul ― o nariz reto, correto, os olhos de água, o riso fino, engraçado, brusco... Depois um instante...
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8 jan 1955
Amor, etc.
Rubem Braga
Correio da Manhã
O lugar mais bonito da cidade e também o mais alegre é agora o Sacha’s, mas nem Carlos Machado nem nenhum outro empresário poderia organizar um show como esse que aconteceu de repente, ontem à noite, no Maxim’s. A roda era grande e boa....
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23 jan 1955
Casal
Rubem Braga
Correio da Manhã
E fazer crônica não dá trabalho! Eu poderia estar ouvindo música, lendo um bom livro, batendo um papo com algum amigo e estou aqui há três, quatro horas, lendo jornal, pensando umas coisas vagas, procurando um assunto qualquer para...
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2 set 1955
Distância
Rubem Braga
Correio da Manhã
Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas; em outra há outros milhões: e as cidades são tão longe uma de outra que nesta é inverno quando naquela é verão. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa; e essas duas pessoas tão distantes...
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3 fev 1955
O gesso
Rubem Braga
Correio da Manhã
Um dia talvez eu mande passar para o bronze; mas me afeiçoei a essa cabeça de gesso encardido que é a única lembrança material que tenho daquela que partiu. Seus olhos brancos parecem fitar um mundo estranho, contemplar alguma coisa além das...
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