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25 mar 1954
O apaixonado
Rubem Braga
Correio da Manhã
Meu amigo está apaixonado, e me agarra na mesa do bar. Fala monotonamente, e com veemência, da carta que recebeu e dos telegramas que passou em resposta ― três ou quatro ou cinco telegramas grandes e sucessivos, trezentos e quarenta e oito...
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17 jan 1954
Sonho
Rubem Braga
Correio da Manhã
Era um sonho e eu tinha o sentimento de que estava sonhando ou de que parecia um sonho ou revivia um momento antigo — talvez eu tivesse dezoito anos e descesse a rua da Bahia na madrugada escura e gelada de inverno a caminho do quartel, na minha...
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30 mai 1954
Noite
Rubem Braga
Correio da Manhã
Vi as sombras da noite avançando sobre o mar, entre árvores trêmulas. A tarde se lembrou que era fim de maio, e esfriou; então, como um bicho obediente, eu fiquei triste. O céu mandava ficar triste; de longe ainda vinham melancólicos pios de...
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9 ago 1953
Amor, amor
Rubem Braga
Correio da Manhã
Amor, a quanto obrigas. “Minha querida Elza, isto é demais, eu vou me matar, adeus”. Depois de escrever isso, o taifeiro Antunes derrubou um litro de álcool na roupa e tacou fogo. Quando começou a arder, saiu correndo pelo quintal e se jogou...
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29 dez 1953
Praia
Rubem Braga
Correio da Manhã
Os que fugiram para a montanha jamais saberão desse mar que perderam, esse mar de Natal de beleza sem igual, cor de anil, gentil. Os que fugiram para a montanha jamais suspeitarão como o sol era bom e como a água era boa, e como neste mundo...
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6 jun 1953
O aventureiro
Rubem Braga
Correio da Manhã
Uma pessoa me escreve dizendo que deseja manter correspondência comigo, pois acha (o que muito me desvanece) que somos "almas irmãs". Há na sua carta um tom de simplicidade e ingenuidade que me comove. Deve ser uma pessoa de vida tranquila e...
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29 mai 1953
O morto
Rubem Braga
Correio da Manhã
Foi em sonho talvez que vi brilhar a tua face lívida, Morte, e senti sobre mim tua foice fria e teu hálito de gelo, insuportável. Porém meu dia não era chegado; foi alguém estranho que tombou a meu lado, no meio da noite, e eu pude continuar...
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3 mar 1953
O namorado
Rubem Braga
Correio da Manhã
Um leitor me escreve e diz que tem uma namorada. Costuma passear à noitinha com sua namorada nos jardins ao lado do Campo de São Cristóvão. E expõe o seu problema: os bancos são muito poucos e “o senhor há de compreender que não se vai...
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16 mai 1953
A praça
Rubem Braga
Correio da Manhã
Eu ia distraído, a pé, com um amigo, e quando desembocamos na praça senti um choque íntimo, fiquei um instante imóvel, a olhar, com surpresa de minha própria emoção. Depois daquele tempo eu já passara algumas vezes pela praça, mas não...
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4 out 1953
Ipanema
Rubem Braga
Correio da Manhã
A areia da praia está molhada; choveu durante a noite. O mar, quase imóvel, está cinza; apenas na transparência da pequena onda que avança ele tem um instante verde, que oscila e cai tornado espumas. ― Olha! Vemos passar no céu um bando de...
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14 jul 1953
Encontro
Rubem Braga
Correio da Manhã
Com atenção não seria difícil descobrir pequenas mudanças: os cabelos mais claros e, entretanto, com menos luz e vida; a boca pintada com um desenho diferente, e o batom mais escuro. Impossível negar uma tênue, fina ruga ― quase estimável....
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15 ago 1953
O patriota
Rubem Braga
Correio da Manhã
Foi pegando por acaso um jornal velho que encontrei a história dessa singular comemoração do último 7 de setembro. Matou-se um rapaz de 20 anos, operário, que morava no morro da Formiga. Seria horrível dizer que foi levado por um triste gosto...
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1952
Crônica triste
Rubem Braga
Correio da Manhã
Toda pessoa que escreve habitualmente nos jornais recebe cartas de leitores; e é inevitável que depois de um certo tempo não lhes dê mais grande atenção. Na verdade, a maioria das cartas não têm, mesmo, qualquer importância: são elogios,...
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19 jun 1951
Quermesse
Rubem Braga
Correio da Manhã
De repente os barris de chope começaram a produzir champanha, e a menina de amarelo subiu na árvore iluminada com uma extraordinária rapidez; saltou, mas veio descendo lentamente como se nadasse no ar, sorrindo; e a charanga em uniforme da...
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15 jun 1951
Apartamento
Rubem Braga
Correio da Manhã
O homem pobre vai tentar a aventura da meia idade: comprar uma casa. Não é bem uma casa, é um apartamento. Não é bem um apartamento: é um papel riscado em cima de uma mesa. O outro homem explica que aquela planta se multiplica por 12; ele pode...
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8 out 1951
Em Capri
Rubem Braga
Correio da Manhã
Vamos pela estrada de Tibério entre muros velhos e oliveiras. Todas as parreiras estão carregadas de cachos e numa velha figueira os figos roxos de tão maduros se racham em bocas vermelhas. A terra dessas perambeiras é defendida por terraços de...
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16 ago 1947
Ramalhete
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Meu querido leitor, parece-me um pouco estranho estar de novo nesta velha máquina, batendo esta eterna crônica. Porque, amigo, vou lhe contar um segredo: durante três semanas consumiu você a nossa última página de certo modo requentada, porque...
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22 mar 1947
Passarinho cantador
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Passarinho cantador veio voando de longe. Lá de cima descaiu. Viu o galho de goiabeira com a goiaba madura, peneirou e desceu em pique. Pousou no galho, beliscou a fruta, deu dois trinados bem alto e saiu atrás do companheiro. Na janela estava a...
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8 out 1955
Os dois bonitos e os dois feios
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Falei que o desprezado jurara de matar o traidor. Seria verdade? Quem sabe as coisas que é capaz de inventar uma mulher feia improvisada em bonita pelo amor de dois homens, querendo que o seu amor renda os juros mais altos de paixão? Um belo moço...
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15 set 1956
O estranho
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Ele não chegou "como um ladrão à noite" na frase da Escritura. Veio mesmo de dia e senão a ferro e a fogo, pelo menos entre ferro e fumaças de protóxido de azoto. Causou, a princípio, dor, apreensão, grande medo, e no fim muita alegria. Por...
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3 maio 1947
Meditações sobre o amor
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
"... e quero que a senhora, pelo amor de Deus, me responda se isto é amor ou não é. Gosto dele, mas me revolto com certas exigências, me irrito com certos defeitos, desejava que fosse diferente. E no final de contas, não posso dizer se amo ou...
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