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28 jun 1947
Lua
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
“Astro dos loucos, sol da demência,Vaga, notâmbula aparição!Quantos, bebendo-te a refulgência, Quantos por isso, sol da demência, Lua dos loucos, loucos estão”. (Raimundo Corrêa) O cachorro preto que vive no alto do morro endoideceu...
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11 jun 1949
Epitáfio
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Cada tempo tem a sua moda e vê-se que já passou a moda dos epitáfios, tão cultivada em outras épocas mais românticas. Hoje, quem pode e quer mostrar sentimento esmaga os seus defuntos sob o peso do mármore, do granito e do bronze, ou...
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2 jul 1960
Aventuras de mãe e filha (III)
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Sim, um caminhão de cerveja destruiu toda aquela felicidade. O caminhão vinha pela avenida Rio Branco, avançou o sinal na rua Visconde de Inhaúma, e atropelou o desditoso Manolo que atravessava o asfalto. Fraturou-lhe o crânio e a bacia, mas...
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25 jun 1960
Aventuras de mãe e filha (II)
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
A filha de D. Orminda se chamava Sônia. (Seria bom fazer uma estatística para ver quantas moças chamadas Sônia e quantos rapazes chamados Sérgio existem no país, nascidos mais ou menos num mesmo período. É impressionante. Seria por causa da...
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18 jun 1960
Aventuras de mãe e filha (I)
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
A história é meio complicada, e esta revista é para famílias. Vamos ver se fazemos um resumo expurgado ― embora a simples palavra “expurgado” já seja capaz de tirar todo o gosto do leitor, muito mais atento ao “impróprio” do que ao...
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19 maio 1962
Amor
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Outro dia liguei o rádio e ouvi que faziam um concurso entre os ouvintes procurando uma definição para amor. As respostas eram muito ruins, até dava para se pensar que nem ouvintes nem locutores entendiam nada de amor realmente; o lugar-comum...
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23 abr 1949
Amor de acidentado
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Aconteceu ultimamente um caso que tem chamado atenção. Estava um moço noivo, de casamento marcado para daí a poucos dias, quando de repente foi atravessar aquela avenida de mau agouro, a que por isso mesmo teimam em chamar Getúlio Vargas,...
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7 jan 1950
Amor à primeira vista
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Vê-lo e amá-lo foi obra de um minuto. Assim diz a modinha e assim é verdade. Meu Deus, já tinha ouvido falar nele. Já tinha mesmo apreciado um retrato. Contudo, não esperei que fosse assim. Com aqueles olhos amendoados, o misterioso sorriso...
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4 mai 1946
Amor e casamento
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
A carta é em puro papel de linho francês, desses que hoje em dia ninguém mais vê. Tem na borda um friso em relevo dourado, que por si só é uma preciosidade; tomando a metade superior do papel um desenho complicado, com um arbusto, dois...
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8 nov 1947
A princesa e o pirata
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Foi só alguns dias depois do fatal piquenique em Paquetá que eles dois apareceram. A maré trouxe primeiro o corpo da moça, logo identificado por causa do maiô de sarongue, todo de flores amarelas. O dele apareceu mais tarde, a uns cem metros de...
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[6 jul 1957]
Guerra de Troia
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
O caso sucedeu no lugarejo Alto Santo, na ribeira do Rio Jaguaribe, zona de carnaubais. Um caboclo da terra se casou com uma moça bonita. Detalhes não me contaram de corpo ou de cara, disseram só que era bonita, e havia de ser mesmo: pelas...
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7 abr 1960
O pombo enigmático
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Na necessidade do cio (outono de abril) pombo e pomba marcaram um encontro de amor a voar no azul. Era de manhã.– Às quatro azul em ponto casarei contigo no mais alto beiral.– Candelária?– Do lado Norte.– Tá.Pois às quatro azul em ponto...
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13 nov 1957
De repente
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
E de repente, caminhando nesse dia de novembro, atribulado de deveres, no ano trigésimo quinto de minha história confusa e malbaratada, quando todas as amarguras já bebi, nem de todo sábio, nem de todo bobo, não tendo outro propósito no...
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18 fev 1954
Margarida Lemounier escreve-nos...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Margarida Lemounier escreve-nos graciosa carta, citando trechos de um livro inglês (Como se fazer amar) traduzido para o português, perguntando-nos se eles servem para a seção. Servem. Esta passagem é do capítulo “Como beijar com...
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27 fev 1953
No hall do edifício...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
No hall do edifício há sete escaninhos de madeira para a correspondência. Não escrevo cartas e, portanto, raras cartas recebo, mas todas as vezes em que entro em casa ou dela saio (foi meu professor que me incutiu no ginásio esse complexo pelo...
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7 dez 1968
A mulher perdida
Paulo Mendes Campos
Manchete
Tinha onze anos e usava o primeiro uniforme de colégio, quando, alarmado, descobri a amante. Veio morar perto de minha casa uma amante. Até ali, o impacto da palavra vibrava em mim no retalho de conversas entreouvidas, na tímida suspeição das...
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16 maio 1964
O amor acaba
Paulo Mendes Campos
Manchete
Sim, o amor acaba. Onde? Quando? Como? Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; e acaba também em cafés engordurados, diferentes dos parques dourados onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro...
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30 jun 1962
Lua de mel
Paulo Mendes Campos
Manchete
No hotel da pequena cidade, enquanto eles se amavam, a tarde se estampou de vez sobre ruas e colinas; era uma tarde útil, quase antológica; na casa de saúde da encosta um enfermo se lembrou das vibrações de um domingo de cristal; uma andorinha...
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30 abr 1960
Casa de pensão
Paulo Mendes Campos
Manchete
Quando vim de Minas para o Rio, fui morar, com o perdão do nome, no Palacete Mon Rêve, rua Gustavo Sampaio. O antigo palacete transformara-se em pensão mofina, que eu, de certo em virtude da minha instabilidade financeira, achava...
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3 ago 1992
Siga a seta
Otto Lara Resende
Folha de S.Paulo
Ela me disse que tinha se decidido e estava tão satisfeitinha que me contagiou. Esqueci por um momento que ia embora e fiquei alegre. Bobo alegre. Ou alegre de bobo. Uma gafe, me alegrar com a sua ausência. Até por uma questão de cortesia, tinha...
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14 ago 1992
O teste da rosa
Otto Lara Resende
Folha de S.Paulo
Digamos que você tem uma rosa. Uma só. Antes que eu continue, ela me interrompe: de que cor? Pensei na rosa, mas não pensei na cor. Cor-de-rosa, digo. Ela faz uma carinha de quem não aprova. Rosa cor-de-rosa, que falta de imaginação!...
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