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22 mar 1952
Malária
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
O que nós todos somos é muito mal-agradecidos. Não vê o caso da febre amarela? Tempos atrás, ninguém vivia tranquilo neste país, com medo da febre ruim. Mormente o Rio, que era o terror dos diplomatas: esta cidade que mais tarde se chamou de...
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31 mar 1951
Jornalistas
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Parecerá a repetição de um clichê muito gasto a gente afirmar que o jornalismo não é apenas uma profissão: que é mais que isso, é vocação. Pode ser de clichê, mas é verdade — e o fato é que nem todos os clichês são mentirosos....
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28 fev 1948
Férias
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Nos tempos de dantes, nos romances de Macedo e até mesmo nos de Machado de Assis, embora não houvesse então horários apertados, nem as mulheres trabalhassem fora de casa e os próprios homens tivessem vida muito mais folgada, a mocidade não...
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16 mar 1946
Drama de telefone
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Depois de muito meditar, tomei afinal uma resolução: apelo a quem valer-me pode. E aqui vai o apelo. O caso é, prezadíssimos leitores, que eu preciso de um telefone, preciso de um telefone, como na minha terra se diz que o cão precisa de almas....
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30 abr 1949
Cidade
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Quem vive por Copacabana, pela Tijuca e pelo subúrbio, a verdade é que não conhece a cidade, conhece apenas o seu próprio bairro que, como dizia Noel, é sempre uma cidade independente. Mas a cidade propriamente dita, essa fica limitada pelo...
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13 abr 1946
Até as pedras conhecem
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
No tempo de Salvador Correia de Sá, chamado Salvador o Velho, governador do Rio de Janeiro e dono desta sua ilha que por isso se ficou chamando ilha do Governador, — mal saída que estava ela das mãos dos bugres, começou-se a cultivar aqui o...
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13 nov 1948
Artur
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Podia ser um homem cheio de recalques, tirando vingança da humanidade pelos seus desejos frustrados. Porque afinal, se uma criatura é nascida e criada junto à pancada do mar, vendo todo dia o sol despontar dentro do horizonte marinho; tendo por...
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2 jul 1949
Ao pegar da pena
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
A cólera do nosso amigo Conde, furioso contra a falta de alimento manuscrito para os seus arquivos implacáveis, fez-me lembrar, outro dia, que se vai realmente acabando o famoso “pegar da pena” ― o gesto simbólico por excelência do nosso...
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8 fev 1947
A Ilha também tem pastoras
Rachel de Queiroz
O Cruzeiro
Não é mania de gabar: mas na verdade a Ilha tem mesmo de um tudo. Até pastoras, quem diria? E diferentes, diferentes nos trajes, nas cantigas e no espírito. Porque as daqui cantam por religião, cumprindo uma promessa que deve durar sete anos. A...
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9 jul 1954
[A vida é bela]
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Cícero Dias ao volante de seu automóvel (“che bella machina!” ― diziam), seguíamos os dois na manhã de verão por uma estrada italiana, entre Florença e Pisa. O ar fino e claro enriquecendo as tonalidades amáveis da terra toscana. À...
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10 fev 1954
Mineiro nunca se acostuma...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Mineiro nunca se acostuma inteiramente às instalações de gás. Há algum tempo, ao ligar o gás de nosso banheiro, ouvimos um ruído agudo, que se prolongava. Fechei-o imediatamente e telefonei a um bombeiro. O homem veio com suas ferramentas,...
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13 dez 1953
O corneteiro caçarola
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Quem me conta a história é hoje general. Em 1930, era tenente no 12º Regimento de Infantaria em Belo Horizonte. Aí conheceu um soldado raso, tão profundamente preto que tinha o apelido de Caçarola, isto é, era da cor do fundo de uma caçarola...
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21 jun 1953
Confesso, minha senhora...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Confesso, minha senhora, que não foi amável de sua parte, quando eu voltava do Vasco e Fluminense, ter me falado assim: “Não sei como se pode gostar de futebol. Acho futebol uma coisa de uma selvageria”... Antes de mais nada, eu também já...
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10 dez 1952
Escrever à noite...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Escrever à noite tornou-se um sacrifício para mim, desde que deixei o casarão paterno. A suspeita de molestar os vizinhos me aperta a cabeça, como uma cinta de ferro, impedindo a coordenação mais simples das frases, as mãos falhando no...
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28 maio 1952
Conheci-o por acaso...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Conheci-o por acaso e sem apresentação; esperávamos em um guichê de Ministério que um funcionário retornasse de seu inefável, interminável lanche. Disse-me que era professor em ginásio de subúrbio e se chamava Conceição, José da...
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5 dez 1951
Eram três homens...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Eram três homens: um preto alto, um português ruivo, um baixinho de cabelos grisalhos. Cumprimentaram-me lacônicos. É esta? É. Rodearam a geladeira em silêncio, examinando-a como um caçador examina um rinoceronte. Estudavam a melhor maneira...
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4 dez 1951
Amigo nosso, ao mudar...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Amigo nosso, ao mudar de casa velha para apartamento novo, resolveu vender sua mobília austera e mandar fazer móveis modernos. Pôs um anúncio no jornal: “Vende-se mobília de sala de jantar, estilo Renascença, etc., etc., por 15 mil...
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1 dez 1951
O fato é absolutamente autêntico...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
O fato é absolutamente autêntico. A tratar de um negócio imobiliário estavam a conversar um jornalista, um construtor português e um advogado. Fechado o negócio, passaram a falar sobre mulher que mata marido. Disse o advogado: “Tenho um...
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11 nov 1951
Tenho pena da mulher...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Tenho pena da mulher de Tolstói, que copiou várias vezes os originais de Guerra e paz. No entanto, tenho mais pena de Tolstói, que foi obrigado a escrever seus infindáveis romances. Pessoa pouco íntima do vício de escrever poderia alegar que a...
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10 ago 1951
São duas horas da tarde...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
São duas horas da tarde. Dona Josefa tricota em um canapé. Do tapete morno, dos reposteiros graves, dos móveis de acaju, do espelho em ébano entalhado, do cravo mogno, das porcelanas de Saxe exala (segundo a expressão da neta) um cheiro de...
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3 jun 1950
Vaidades e uma explicação
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Crônica diária cria o problema diário da vaidade, balão que se entumece ou esvazia ao sopro cálido do elogio ou ao bafo danoso da censura. Esse não é o nosso jeito de escrever: entra nele um pouco da ênfase frouxa de uma gripe funesta. Mas,...
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