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6 mar 1968
A nova roupa velha, esse problema
Carlos Drummond de Andrade
Correio da Manhã
Eu estava longe de imaginar que minha tomada de posição a favor do colarinho duro de ponta virada despertasse tantas reações. O telefone não parou de tocar; fui interpelado na rua por desconhecidos; e o carteiro entregou-me mais de dez cartas...
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14 out 1982
O beija-flor que não vi
Carlos Drummond de Andrade
Jornal do Brasil
Escrevi que há muito tempo não vejo um beija-flor e minha amiga Margot me deu uma lição daquelas: – Não viu porque não quer. Aqui no meu andar recebo quase diariamente a visita de um magnífico beija-flor, que suga as minhas flores e, quando...
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22 jan 1976
Com licença: a barata
Carlos Drummond de Andrade
Jornal do Brasil
A barata. Por que este velho tema (chamemo-lo assim) volta sempre à máquina de escrever e daí passa ao jornal e entra na casa de todo mundo? Há assuntos graves, eu sei, mas o teclado quer escrever é a palavra barata, assunto que no máximo pede...
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Carta a uma leitora
José Carlos Oliveira
Cecília Maria. Adorei sua carta; merci. Mas faltou endereço para a resposta. Não gosto de conversar com os leitores através do jornal. Escrevo indistintamente para todas as pessoas, razão pela qual elaborei um estilo extremamente objetivo; se...
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O colecionador
José Carlos Oliveira
Rudi, o Alemão, esteve comigo alguns instantes. Ao despedir-se, consultou o relógio: meio-dia em ponto. Então botei o papel na máquina e comecei a trabalhar. Seria forçosamente um trabalho duro, por causa da complexidade do assunto; só se...
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Assim mesmo
José Carlos Oliveira
Então, amigos, como é que é? Estou embriagado desde trasanteontem. Como é que é? Aprendi e ensinei a vida no dia a dia do jornal; minha existência tem sido escrita; tenho amigos que nunca vi; e, principalmente, estou triste. As meninas são...
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Alguém em crise
José Carlos Oliveira
– Me diga uma coisa: por que a sua última crônica saiu tão mal escrita que nem parece ter sido você o autor? A pergunta de Leila surgiu assim do nada, em meio à fumaça e à algazarra de um bar. Ela já estava com meia dúzia de caipirinhas...
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Quem quer esposar a crônica
Dinah Silveira de Queiroz
Como prometi – direi hoje o que penso da crônica. Confesso que, perguntada por um leitor, pelo telefone, sobre, “o que é afinal, a crônica”, tive alguma dificuldade em responder, e preferi gastar um “café” com esta resposta, que talvez...
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Ao cronista anônimo da cidade
Vinicius de Moraes
Outro dia eu estive pensando uma coisa: que esta crônica, muito mais que ser minha, é da cidade. Senti-me então meio raso, e pela primeira vez tive a noção exata da responsabilidade que ela implica. Puxa, afinal de contas é ligeiramente...
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22 ago 1959
O exercício da crônica
Vinicius de Moraes
Última Hora
Escrever prosa é uma arte ingrata. Eu digo prosa fiada, como faz um cronista; não a prosa de um ficcionista, na qual este é levado meio a tapas pelas personagens e situações que, azar dele, criou porque quis. Com um prosador do cotidiano, a...
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Armando Nogueira, futebol e eu, coitada
Clarice Lispector
E o título sairia muito maior, só que não caberia numa única linha. Não leio todos os dias Armando Nogueira — embora todos os dias dê pelo menos uma espiada rápida — porque “meu futebol” não dá pra entender tudo. Se bem que Armando...
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O folhetinista
Machado de Assis
Uma das plantas europeias que dificilmente se têm aclimatado entre nós, é o folhetinista. Se é defeito de suas propriedades orgânicas, ou da incompatibilidade do clima, não o sei eu. Enuncio apenas a verdade. Entretanto eu disse —...
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Os extremos tocam-se
Machado de Assis
Os extremos tocam-se, dizem. Eu de mim acho que é uma verdade; e, para não ir além da aplicação que ora me convém, lembro apenas que os pequenos infortúnios têm um ponto de contato com as grandes catástrofes; e a bancarrota de um negociante...
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Há um meio certo de começar a crônica (ou O nascimento da crônica)
Machado de Assis
Há um meio certo de começar a crônica por uma trivialidade. É dizer: Que calor! que desenfreado calor! Diz-se isto, agitando as pontas do lenço, bufando como um touro, ou simplesmente sacudindo a sobrecasaca. Resvala-se do calor aos fenômenos...
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A carta
José Carlos Oliveira
A garota está em crise com o namorado e escreveu uma carta para ele na esperança de fazer as coisas voltarem a ser como antes. Ele me deixou ler a carta e fiquei impressionado com o estilo dela. Primeiro senti admiração; depois, inveja. Pensei...
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Ciao
Carlos Drummond de Andrade
Há 64 anos, um adolescente fascinado por papel impresso notou que, no andar térreo do prédio onde morava, um placar exibia a cada manhã a primeira página de um jornal modestíssimo, porém jornal. Não teve dúvida. Entrou e ofereceu os seus...
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11 jan 1963
O poder do Braga
Carlos Drummond de Andrade
Correio da Manhã
Imagens da crônica Rabat, 12 de janeiro: 50 borboletas amarelas esvoaçam em torno do embaixador Rubem Braga, que precisamente nessa data, em 1913, nascia em Cachoeiro do Itapemirim. O fato de serem amarelas não as torna menos festivas. Antes de...
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30 dez 1960
Os quatro
Carlos Drummond de Andrade
Correio da Manhã
Imagens das letras Chego tarde para fazer promoção dos quatro livros da Editora do Autor, praticamente esgotados. Nem era minha intenção recomendar essas obras ao público de língua portuguesa. Minha intenção é mesmo oposta: evitar que saiam...
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Vigésimo aniversário
Antônio Maria
Comemoro hoje, em intimidade, os meus primeiros 20 anos de crônica. Como não tenho a menor esperança de completar outros 20, sirvo-me de um uísque puro e bebo-o, festivamente, não em homenagem, mas em lembrança de tudo que passei. —Tua...
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O cronista diz adeus
José Carlos Oliveira
— À maneira dos narradores de cordel do Nordeste, hoje digo adeus num acróstico — J.C.O. Amigo, hoje é um dia muito especial. Mais uma vez, o rio do tempo veio de sua nascente, o Ontem, e outra vez vai desaguar no Amanhã, 1° de janeiro...
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Feliz Ano-Novo!
José Carlos Oliveira
— Esta é a última crônica assinada por mim, no JB e em toda parte. A explicação vai em forma de diálogo com o Leitor. Até breve... em outros veículos. — J.C.O. Leitor Imaginário — Quais os seus planos para 1985? J. C. Oliveira...
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