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3 dez 1953
O jovem repórter...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
O jovem repórter Carlos de Oliveira, que ainda está longe de atingir a maioridade civil, envia-nos através do jornalista Pedro Gomes, papel timbrado da revista Manchete, uma carta confortadora para a tarde de terça-feira. Confortadora, disse eu,...
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28 ago 1953
A volta ao lar
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Um dos capítulos necessários à sociologia do Rio de Janeiro seria um estudo dos “golpes” cariocas, que são expedientes matreiros ou violentos contra as dificuldades de viver aqui. O dono da boate dá o golpe do Balmoral, falsificando...
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6 jan 1953
Se há coisa que me emociona...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Se há coisa que me emociona desde a minha infância é um sujeito jogar bem futebol. Foi feliz que saí domingo do Maracanã, a rever no Cineac da memória as jogadas incríveis de Zizinho, a malemolência de suas fintas de corpo, seus passes...
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5 out 1952
Gostaria de escrever esta crônica...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Gostaria de escrever esta crônica em forma de carta, mas não sei a quem me dirigir. Ao sr. chefe de Polícia? Ao sr. Edgar Estrela? Ao mui digno prefeito do Distrito Federal? Ao presidente da república? Aos senhores deputados e senadores? Não...
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3 jul 1952
O silêncio é a boa educação...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
O silêncio é a boa educação das cidades. O Rio é uma cidade grosseira porque é barulhenta. * A morte, pelo menos, deve ser silenciosa. Se os residentes do São João Batista ouvem o tráfego de Botafogo, morrer é uma coisa monstruosa. Com...
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17 abr 1952
O carioca...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
O carioca (homem que mora no Rio) é de uma imaginação esfuziante. Ao contrário das pessoas de outras cidades, de imaginação mortiça, escravos dos usos habituais de todas as coisas, o carioca sabe empregar de maneira mais variada os mais...
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25 jan 1952
Era um bonde cheio...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Era um bonde cheio, vindo pela rua Sete de Setembro, um pouco depois de seis horas. Nele viajavam dois jornalistas.Em uma das paradas, um problema entrou no bonde, um problema na figura de um homem de idade, uma figura até bastante digna e austera....
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18 nov 1951
Os dias se alongam...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Os dias se alongam, os crepúsculos têm mais cores, e ouvimos nas tardes o que um escritor de expressões certas chamou o esporro das cigarras. Os tons se tornam mais nítidos e intensos, ampliados no ar pesado e claro. O excesso de luz torna os...
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15 nov 1951
E a cidade que se chamava...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
E a cidade que se chamava Rio de Janeiro, sem ter conhecido a penúria da guerra dentro de suas portas, e a desolação de bombardeios inimigos no céu, começou a apodrecer. 2. E os seus moradores foram expostos a muitas provações, e as suas...
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4 out 1951
Cena da vida carioca...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Cena da vida carioca: o lotação rodava pela praia de Botafogo, quando alguém exclamou: “Olha o cachorro”! O carro parou, desceu o rapaz e, depois de alguns minutos, voltava a tomar assento no lotação, com o cadáver de um cachorrinho, que...
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26 jul 1951
A frase mais consoladora...
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
A frase mais consoladora de ontem: “Aos 90 anos, a natureza do homem está sempre à mercê de tentações as mais deletérias”. (Augusto Frederico Schmidt – Correio da Manhã). * Manhãs frias essas últimas do Rio de Janeiro. Um amigo nosso...
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5 fev 1989
Rio de fevereiro
Paulo Mendes Campos
Jornal do Brasil
O calendário não pegou no Rio. O ano efetivo carioca tem a duração de nove meses. É o máximo de tempo-responsável que a nossa tribo suporta. Depois de nove meses de gestação, as cucas de nossos tamoios perdem a consistência, sofrem...
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22 fev 1948
Destruindo casas
Paulo Mendes Campos
Diário Carioca
Estão derrubando uma casa aqui perto. Era uma casa bem grande para Copacabana, com janelas e portas azuis, quintal, árvores bonitas e flores. Tinha um ar de casa feliz até que organizaram uma incorporação contra ela. Estava ainda inteirinha...
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8 out 1966
Réquiem para os bares mortos
Paulo Mendes Campos
Manchete
Me perdia muito pelas grutas sombrias dos bares. À noite, conchas iluminadas, a ressoar em profundezas submarinas. Hoje sou um homem derramado. Fugindo à tempestade, entrei uma vez no Nacional, e lá se erguia – portentosa figura – um velho,...
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25 set 1965
A garota de Ipanema
Paulo Mendes Campos
Manchete
A garota de Ipanema pode ser comparada a um faisão real: por ser dourada; e pode ser comparada à primavera: porque volta todos os anos com renovado esplendor; pode ser comparada a uma catástrofe: por ser notícia de jornal; e pode ser comparada...
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9 jul 1960
Minhas janelas
Paulo Mendes Campos
Manchete
Em geral as pessoas possuíram automóveis e se recordam de todos eles. Eu possuí janelas e ajuntei para a lembrança um sortido patrimônio de paisagens. Minha primeira providência em casa nova é instalar meus instrumentos de trabalho ao lado...
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23 maio 1959
Sobrevoando Ipanema
Paulo Mendes Campos
Manchete
Era uma quinta-feira de maio e a gaivota vinha do lado das Tijucas, em voo quase rasante sobre a falésia da avenida Niemeyer, suas longas asas armadas na corrente aérea que virava do sul, lenta, levando o seu corpo leve e descarnado, seu esqueleto...
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28 nov 1991
Verão, capital Rio
Otto Lara Resende
Folha de S.Paulo
RIO DE JANEIRO – Aí está: o verão acendeu o seu forno crematório bem em cima do Rio de Janeiro. Ou embaixo, sei lá. O que sei é que todos os carvões extintos estão de novo acesos, como labaredas de maçarico. Com a língua de fora, a...
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11 set 1991
Suspense carioca
Otto Lara Resende
Folha de S.Paulo
A esta altura do ano, o dia ainda está frio. Vou dar uma volta para desenferrujar as pernas. Na farmácia, vejo que os preços voam alto. Aumento de 100% num frasquinho de nada. O balconista sorri. É isso aí. Nem dá mais vontade de comentar. O...
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4 jun 1992
Sonho e pesadelo
Otto Lara Resende
Folha de S.Paulo
A longa viagem, a noite mal dormida e a escala em São Paulo, finalmente o Galeão, no Rio. Entrei no táxi meio zumbi. Não foi cochilo, nem sono. Quando dei por mim, olhei pela janela e o táxi voava. Quedê a avenida Brasil? A paisagem estava...
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22 dez 1991
Sombra e água fresca
Otto Lara Resende
Folha de S.Paulo
O verão está no auge. Natal branco lá no Norte. Aqui, pelo menos no Rio, a neve é o calorão que bota pra fora toda a carioquice da cidade. E de seus habitantes, claro. O carioca se espalha. Por mais festiva que seja a neve, chega um ponto em...
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