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Os voluntários do imprevisto
José Carlos Oliveira
Um domingo desses, em Cabo Frio, estávamos cultivando novos amigos numa casa projetada e construída pelo saudoso Hélio Uchoa. Ao meio-dia, sentados em cadeirinhas no vasto gramado, à beira do canal, espiávamos as crianças que nadavam e...
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O popular
José Carlos Oliveira
Onde quer que se produza um acontecimento merecedor da atenção da cidade, lá encontraremos o popular, solitário ou em grupo. Eis tudo o que os repórteres nos dizem dele: “Um popular que passava pelo local…” É a testemunha privilegiada de...
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Dez anos de solicitude
José Carlos Oliveira
Em abril de 1964 eu era um garoto bastante perturbado. Tinha uma amante bonita e rica; vivia nas rodas grã-finas. Estava chegando de Paris, onde um intelectual de minha geração declarou: “Vai haver uma revolução socialista no Brasil.”...
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Dia de feira
José Carlos Oliveira
É dia de feira livre no meu quarteirão. A manhã está linda, com várias nuvens branquinhas no céu muito alto. Na praça, são quentes os coágulos de sol entre as sombras das árvores, quase frias. Os abricós estão maduros. (Há na praça...
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Com um sorriso
Dinah Silveira de Queiroz
Àquela hora, a livraria tinha apenas umas três ou quatro pessoas bulindo nos livros. Haviam aproveitado o horário do almoço e, como velhos ratos, bem se saciavam no prazer de farejar as novidades ou de achar algum livro perseguido há anos. A...
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Um sábado
Dinah Silveira de Queiroz
A noite de sábado ― oh, se eu fosse um diretor de filme! ― teve para mim ingredientes à Bergman. Gostaria de simplesmente pegar a máquina e ir fazendo o filme da noite carioca, tal qual se me apresentou. Primeiro, eu contaria aquela...
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19 abr 1963
O bigode do poeta
Carlos Drummond de Andrade
Correio da Manhã
O poeta nacional Manuel Bandeira deixa crescer o bigode, e há controvérsia entre seus amigos. a respeito da iniciativa. Faz bem o poeta em alterar sua antiga e peculiar fisionomia, amada das musas? Não lhe assenta o bigode? Deve este assumir...
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6 jan 1963
Férias do não
Carlos Drummond de Andrade
Correio da Manhã
A noção de férias liga-se a figuras de viagem, esporte, aplicações intensivas do corpo; quase nada a descanso. As pessoas executam durante esse intervalo o que não puderam fazer ao longo do ano; fazem “mais” alguma coisa, de sorte que não...
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O senhor Calvo e os cabeleireiros
Vinicius de Moraes
Sugere-me o leitor Próspero Calvo, em carta de 7 deste, uma crônica sobre a necessidade de ser adotada uma linguagem com que o freguês se faça entender pelos barbeiros. Diz ele para começo de conversa: “ninguém consegue explicar como quer o...
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Tempo de voltar
José Carlos Oliveira
James Joyce dizia que a história era um pesadelo do qual ele se esforçava por escapar. Eu também experimentei essa necessidade e me concedi estes dias europeus. Agora está chegando a hora de voltar; uma funda melancolia me consome. Contemplo o...
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Um conhecimento na vida
Antônio Maria
Conhecer mais uma pessoa, digamos, uma mulher, levar em conta (isto é importante) a primeira ideia que ela nos causa. Examiná-la com atenção e demora. Ouvi-la o mais possível, mesmo se com isto lhe causamos a impressão de que só ela está...
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Domingo cordial
Antônio Maria
Alguém disse um desaforo à velha senhora e ela, virando-se, achou que tinha sido eu. Disse-me um palavrão. Depois, como eu lhe sorrisse, fez-me um gesto vegetal. Não satisfeita, porque baixei os olhos, cuspiu no chão. Dizem que os jovens andam...
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01 maio 1954
Cor-de-rosa
Carlos Drummond de Andrade
Correio da Manhã
Imagens do tempo O vizinho mandou pintar de cor-de-rosa sua casa, e de azul-claro o beiral e os marcos e folhas das janelas. Esta providência dá margem a algumas divagações que aqui se transmitem ao leitor, nosso companheiro. O ato do vizinho é...
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Grève inútil
Lima Barreto
Os empregados dos bancos de Berlim declararam-se em grève. Está aí uma grève para muita gente bastante sem significação. Eu, por exemplo, nunca tive a mínima ideia da serventia de um banco. Para mim, tal instituição como muitas outras...
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Vida observada
Antônio Maria
O barraco eu não vejo, porque a mataria em frente é muito espessa. Mas há um ano, através desta janela, enquanto invento histórias para escrever, assisto à vida de quatro pessoas, um cachorro bem-humorado e um casal de patos. Da casa, não...
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O homem que virou ele
Stanislaw Ponte Preta
Temos um amigo cigarra... Até aí tudo normal, como dizem os anormais. Mas é que esse amigo cigarra, no seu próprio entender, prevaricou. E prevaricou no violento. Imaginem vocês que, bastou que a “outra” (vejam vocês que monstro de...
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Um homem e seu complexo
Stanislaw Ponte Preta
Era um homem. Era um desses homens que não resistem à pergunta: “Você é um homem ou um rato?”. Dizemos que era dos que não resistem porque, sem dúvida, quando inquirido, não saberia o que responder. E isto é mais doloroso porque sua...
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Dolores
Stanislaw Ponte Preta
Estava fazendo tanto frio que nós desistimos. Cada um arrumou o que era seu e fomos saindo, cada um pro seu lado. Eu vinha tranquilo, certo de que seria uma noite calma, dormida longamente, como há muito tempo. Dormir esquecido de mim mesmo, sem...
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Os brincos
José Carlos Oliveira
— Você está muito relaxado — disse ela. — Encontrei uma barata morta no banheiro. Será que você ficou tão preguiçoso que não é capaz de jogar no lixo nem mesmo uma barata morta? — Aquela barata é para amedrontar as outras —...
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Prazeres proibidos
Antônio Maria
Não sei, leitor, se você é como eu: gosta de certos prazeres condenados. E a mim não custa esta confissão, porque não tenho nome ou apelido a zelar. Gosto, por exemplo, das delícias de um resfriado. Ganhei um e o venho cultivando desde o...
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24 out 1959
Consulta e receita
Paulo Mendes Campos
Manchete
Prezado Sr. G. F. S.: Permita-me transcrever umas poucas linhas de sua carta a fim de que os leitores entendam o seu problema: “Atarefado entre a minha (felizmente) numerosa clínica e os inumeráveis compromissos sociais que me tentam (pois amo a...
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