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José Carlos Oliveira
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Os idos da canção
José Carlos Oliveira
Bem me lembro dos festivais da canção. Estive em quase todos. Os de São Paulo, os do Maracanãzinho. Momentos dramáticos no Maracanãzinho: a frágil Nana Caymmi recebendo a mais estrondosa e mais injusta vaia já endereçada por um público...
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Agenda nova
José Carlos Oliveira
Vou agora transferir nomes e endereços para uma agenda nova, pois a antiga ficou também toda molhada quando me joguei no mar, com roupa e tudo, para reverenciar Iemanjá. Uns nomes ficarão: outros não quero mais. Na letra A deixemos ficar o...
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Velhos tempos
José Carlos Oliveira
Um dia e uma noite em Lisboa por conta da companhia aérea. Deu para andar nas ruas frias e de céu chumbeado. Por volta de dez horas, um sol tépido, mas radioso clareou os sobrados amarelos nos quais diligentes matronas, vestidas de preto,...
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Crianças atrevidas
José Carlos Oliveira
Na calçada do Antonio’s passam meninas e meninos, e quase todos me cumprimentam. É pela novela da televisão, mas é também porque estou sempre ali e eles se acostumaram. A razão principal está no espírito de independência da criançada....
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Aconteceu na Suécia
José Carlos Oliveira
O sorriso é, geralmente, muito bem aceito em sociedade. A menos quando não há razão para estar alegre e a pessoa abre um meio sorriso, sardônico, voltairiano. Esse sorriso da inteligência, marca dos espíritos privilegiados, às vezes ofende;...
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A mãe de hoje
José Carlos Oliveira
Apenas para matar o tempo, fiquei imaginando, entre as mulheres que conheço, aquela que mereceria este título efêmero: A Mãe do 1° Domingo de Maio. Ao sabor do vento. A primeira que veio foi Danuza Leão. Não a Danuza mãe de três filhos, só...
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Dia claro, consciência escura
José Carlos Oliveira
O primeiro sol do verão ilumina o mar. Os adolescentes ocupam o areal. Um vento ranzinza, gélido, disputa com o calor a penugem dos jovens braços. Num banco, na calçada, há um homem amargurado. Sob a claridade de novembro, vestido à maneira de...
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Sobre as águas
José Carlos Oliveira
Água pesada — Minha mulher e eu fomos comer carne numa churrascaria de Ipanema. Fazia um calor propriamente medonho. Indo e vindo a tarde inteira com bandejas pratos e talheres copos e cardápios e contas e trocos, entre fregueses ruidosos e...
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O velho e o mar
José Carlos Oliveira
Deliciosa coisa a água! Morna, apresentando um tom verde-escuro, hepático, ela se estende desde o horizonte até as areias de Ipanema, sobre as quais se agita como um tapete, quebrando com estardalhaço as suas borlas brancas. Densa, tépida e...
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Sobre cachaça
José Carlos Oliveira
Antes do almoço, antes de jantar, é a abrideira. Toma-se uma, duas, três, à vontade de freguês. Os senhores mais respeitáveis, que não bebem, ainda assim fazem questão da abrideira — mas só um cálice. Isso é para as crianças ficarem...
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A um jovem escritor
José Carlos Oliveira
Um rapaz de 20 anos incompletos, que pretende tornar-se escritor profissional (poeta), me faz algumas perguntas embaraçosas. Dou-lhe então um conselho surrealista: “Se você quer ser poeta, tem que dormir bastante. Indico ademais um livro:...
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Outras terras, outras gentes
José Carlos Oliveira
Os ônibus que partem da Rodoviária Novo Rio custam muito a chegar a Cabo Frio. Os que saem da Rodoviária de Niterói também custam muito, mas são preferíveis porque, para alcançá-los, é preciso atravessar a baía de barca. Nesse intervalo...
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Mergulho na paisagem
José Carlos Oliveira
Há duas maneiras de ir. Em lancha particular, como a de César Thedim, atravessamos o canal, ganhamos o mar encapelado ao largo da praia do Farol, ingressamos numa vasta enseada, navegando ao longo de uma falésia apodrecida pelas tempestades, e...
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O beijo 73
José Carlos Oliveira
O Isaac, carioca que vive em Lisboa, leu uma crônica minha na qual estava escrito: “No Rio, já é natural o beijo na face entre pessoas de ambos os sexos, que se conhecem”. Diante disto, fundiu-se-lhe a cuca, lá no Portugal. Ei-lo que se...
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Impaciência
José Carlos Oliveira
Escrevo numa sexta-feira cinzenta, enquanto a temperatura cai violentamente. Estou gripado; dói-me a garganta. Mas é a minha consciência que sofre; alguma coisa está errada, alguma coisa está podre e o fedor envenena a minha consciência....
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Máquinas de escrever
José Carlos Oliveira
Escrevo numa Olivetti Lexicon 80, pesada, cujas letras são redondas. Esta não é a minha máquina. A minha é uma Olivetti Lettera 32, com teclado europeu; não tem til e lhe faltam outros acentos; para dominá-la, tenho que esquecer o método...
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Os brincos
José Carlos Oliveira
— Você está muito relaxado — disse ela. — Encontrei uma barata morta no banheiro. Será que você ficou tão preguiçoso que não é capaz de jogar no lixo nem mesmo uma barata morta? — Aquela barata é para amedrontar as outras —...
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Viver por viver
José Carlos Oliveira
Para bem viver é preciso chegar aos 30 anos com a satisfação de se ter permitido todas as loucuras imagináveis na juventude. Principalmente no capítulo das mulheres. E só frequentar os amigos que suportam os nossos defeitos. Recomenda-se...
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Um coelho
José Carlos Oliveira
Todo mundo sabe: uma agência de publicidade comemorou a Páscoa oferecendo um coelho vivo a 20 personalidades do Rio de Janeiro. Mas o que ninguém sabe é que só depois da Páscoa o meu coelho conseguiu me encontrar. Dentro de uma gaiola, o...
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Amor e paixão
José Carlos Oliveira
Dissimulado feito Capitu, que eu saiba, é o Armando Nogueira. Sua paixão pelo futebol esconde o seu amor, este sim essencial, pela literatura. O futebol é a sua amante, mulher de todos e de ninguém, mas a literatura nada lhe nega, fiel em todos...
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Assim nasce uma canção
José Carlos Oliveira
Era comandante da Panair. Homem alegre, excelente companheiro. Bem casado, dois filhos pequenos e adoráveis. Adoeceu do pulmão. Um grave problema no pulmão direito. Licenciado (ele que vivia para voar), foi para uma fazenda no interior do...
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